Arquivo da categoria: livros

Lena Dunham vai lançar livro; leia trecho

leanA atriz e roteirista Lena Dunham, da série “Girls”, está seguindo os passos de Tina Fey e Mindy Kaling e vai lançar seu primeiro livro. Na segunda-feira, 10, ela mostrou a capa do livro, que ganhou o título de  “Not That Kind of Girl: A Young Woman Tells You What She’s “Learned” (“Não sou este tipo de garota: Uma jovem mulher conta o que aprendeu”, em tradução livre). O livro chega às lojas dos EUA no dia 7 de outubro, mas um trechinho já foi liberado pela Amazon. Leia abaixo:

“Se eu puder levar o que aprendi nesta vida e fazer uma relação traiçoeira ou trabalho degradante mais fácil para você , talvez até mesmo impedi-lo de tornar-se temporariamente vegan, então cada passo em falso da minha terá valido a pena . Este livro contém histórias sobre maravilhosas noites com meninos terríveis e dias terríveis com amigos maravilhosos, sobre ambição e as duas crises existenciais que eu tive antes dos vinte anos, sobre moda e seus muitos descontentamentos, sobre compartilhar publicamente o seu corpo, sobre ter que provar a si mesma em uma reunião cheia de homens anos de cinquenta idade , e os temores de saúde (zumbido, poeira de lâmpada, infertilidade ) que me mantém acordada à noite. Leia o resto deste post

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Das páginas para as telonas: 16 livros para ler antes de assistir aos filmes

No nossa listinha do que vem por aí em 2014, falei que neste ano o cinema seria invadido por adaptações de livros. O site Buzzfeed fez uma lista com 16 livros que virarão filme este ano e que você pode aproveitar para ler agora. Alguns títulos ainda não foram lançados no Brasil, mas dá para comprar as versões em inglês. Quanto as datas de lançamento dos filmes, nem todos têm uma determinada ainda, mas todos chegam às telonas em 2014. Só aguardar e ir lendo 😉

1. Fim de verão, de Joyce Maynard (O filme será “Refém da paixão”): O menino Henry, de 13 anos, e sua mãe, a depressiva Adele, veem suas vidas mudarem em um fim de semana quando abrigam em sua casa o fugitivo Frank. Enquanto a polícia procura por ele, Frank preenche o vazio das vidas de mãe e filho. Kate Winslet vive Adele e Josh Brolin é Frank.  Editora Rocco: R$32,50 Estreia prevista: 18 de abril

Kate Winsler em "Refém da paixão"

Kate Winslet em “Refém da paixão”

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Game of Thrones: Curiosidades sobre a série e o elenco

Game-of-Thrones-Cast-Wallpaper-1-image-credit-GameofThronesWallpaper.com_“Game Of Thrones” chega a sua terceira temporada com muita história para contar e, embora eu prefira os livros de George RR Martin, não consigo deixar de assistir a série. Um dos grandes méritos da adaptação para a TV é o elenco, que se encaixa perfeitamente nos personagens. Além disso, eles todos são muito cool, né?.

Pensando nisso e inspirados numa lista do Buzzfedd, reunimos algumas curiosidades sobre os atores e os bastidores da série e da saga. Leia o resto deste post

‘O Diabo Veste Prada’ ganhará sequência

Como o mundo dá voltas e vira e mexe algo que foi moda no passado volta a bombar, a escritora Lauren Weisberger- autora de “O Diabo Veste Prada”- resolveu escrever uma sequência para sua história de sucesso. Segundo a revista “Entertainment Weekly”, a escritora lançará “”Revenge Wears Prada: The Devil Returns” em abril de 2013, dez anos depois do lançamento do primeiro livro.

O livro retomará a história de Andy Sachs oito anos depois que ela desiste da carreira ao lado da Miranda Priestly. Agora, ela edita a bem-sucedida revista de noivas “The Plunge” junto com Emily, sua antiga rival. Só não se sabe ainda se o filme também terá uma sequência.

 

O melhor e o pior do mundo pop em 2011

Eu não costumo fazer listinhas de fim de ano, mas tô meio sentimental e achei que valia uns “melhores e piores do ano”. Vou avisando que as categorias são completamente aleatórias e diretamente da minha cabeça. Reclamações e adições nos comentários, por favor. Vamos lá:

Melhores

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"Lua Nova" ou "Como Taylor Lautner rouba a cena"


Como não podia deixar de ser, eu fui conferir a estreia de “Lua Nova”. Já não era sem tempo! Depois de meses, vendo trechos e mais trechos, fotos e mais fotos sobre o filme estava mais do que na hora de conferir tudo no cinema. Depois de ter me decepcionado com “Crepúsculo” (e muito com Kristen Stewart), eu tinha esperanças de que “Lua Nova” iria ser mais legal. E foi.

Já li todos os livros da saga de Stephanie Meyer e por isso sempre tenho em mente de que os filmes nunca serão como os livros. Em “Lua Nova” não foi diferente, mas a história ficou bem amarrada neste filme. O momento deprê de Bella, que por vezes chega a ser massante no livro, passou lindamente no filme em uma única cena em que Bella está no centro do quarto parada enquanto a câmera se move com uma trilha muito bem selecionada ( A música é Possibility de Lykke Li).

As cenas de ação ficaram bem melhores dos que as de “Crepúsculo” com seus efeitos pobres (o que eram os vampiros se movimentando?). Gostei bastante da parte da Itália, da pequena participação da Rachelle LeFevre, aVictoria (já demitida e fora de “Eclipse”) e dos lobos.

Quanto aos Volturi, mesmo com uma pequena participação os atores responsáveis por dar a vida aos vampiros do clã mostraram que um bom elenco faz toda a diferença. Nunca vou me cansar de Dakota Fanning, em alguns minutos ela fez o filme ser melhor.

Já sobre o trio de protagonistas, não restam dúvidas: Taylor Lautner rouba a cena. E não apenas porque Jacob ganha destaque na trama, o ator faz o personagem ser muito melhor. Nos livros, eu acho Jacob um pé no saco e não gosto dele (sou team Edward!), mas nos filmes eu confesso que me rendi. Taylor deu um show na pele de Jacob; dá para perceber que ele queria de fato fazer parte do filme (não é à toa que o menino malhou feito um louco para garantir o personagem). Já Robert Pattinson e Kristen Stewart parecem deixar transparecer na tela a má vontade em lidar com o buzz em torno do filme. Nem as cenas de beijo eles fazem direito: cadê aquela história de perder o fôlego? Cadê o beijo agressivo, sedento e descontrolado??? Eles terão que reavaliar suas atuações (e muito) para “Amanhecer”.

Mas serei justa com Kristen: ela é muito melhor interpretando o lado dark da Bella do que o lado fofa e desengonçada. Talvez se ela se desprender desta história de sucesso e se está ou não pegando o Pattinson a coisa flua melhor. Por isso lanço aqui a campanha: “Liberte-se Kristen!”. Por filmes melhores!

Meg Cabot na Bienal: um relato

Minha amiga querida, Rakel Cogliatti, fã de praia, esqueceu o domingo (13/09) de sol para se aventurar em uma fila na Bienal do Livro no Rio. Feliz com o seu dia, ela escreveu para o Bolha Pop:

“Um dia de céu azul no Rio de Janeiro, sem uma nuvem, e o que centenas de adolescentes decidiram fazer? Ir à Bienal do livro, empunhando todos os exemplares que tinham da autora Meg Cabot. Todas tentando a sorte para conseguir uma foto, um autógrafo ou, pelo menos, um aceno.

A histeria coletiva era digna de celebridade. Eu cheguei às 11 horas da manhã, achando que fosse cedo demais, quanta ingenuidade! Já tinham acabado as senhas para a primeira sessão de palestras (Sim, ela deu duas, tamanha demanda). E só me restou enfrentar uma fila gigante para poder ver a 2ª sessão. Tiaras brilhantes estavam por toda parte, caminhando/correndo, seguindo Meg para todo lado.

Para delírio das fãs entusiasmadas, a palestra começou rigorosamente às 16h, e só teria sido melhor se tivesse durado um pouquinho mais. A escritora demonstrou muita simpatia, e gerou mais gritinhos desesperados cada vez que soltava uma frase em português. Sendo a preferida (repetida sempre que não entendia alguma coisa): “Onde fica o banheiro?”. Em 30 minutos ficamos sabendo um pouco mais sobre a sua vida. Foi uma palestra simples e divertida, com um quê de Princesa Mia, ressaltada pela tiara que usava.

Eu admito que já passei da fase infanto-juvenil, mas também buscava um autógrafo. Mesmo morrendo de calor e sem comer há horas, segui a multidão para o estande onde ela atenderia os fãs (sim, haviam meninos também. Poucos, mas reais). Cheguei tarde demais, as senhas já haviam acabado desde as 10 horas da manhã. Mais centenas de meninas histéricas formavam uma nova fila. Cinco horas de maratona depois, eu iria sair da Bienal sem atingir meu objetivo principal, quando decidi tentar a sorte. Cada pessoa na fila só poderia ter dois de seus livros assinados, e eu não achava ninguém que carregasse menos que isso. Até que avistei duas meninas, meio escondidas que resolveram me ajudar. Acabei conseguindo não só um, mas dois autógrafos.

Meg Cabot é a simpatia em pessoa, assinou mais de 400 livros sem tirar o sorriso do rosto. Mas mais do que isso, incentivou milhares de jovens brasileiras a ler, sem se importar que muita gente ache suas histórias superficiais. Ela escreve pensando apenas no seu público-alvo. E, gostem ou não, dá certo. Apesar do calor, do cansaço e da multidão, fui embora satisfeitíssima por ter “conhecido” um dos meus ídolos da adolescência, igualzinho a todas as meninas que estiveram lá e acabaram de descobrir o maravilhoso mundo de Meg”.

Por Rakel Cogliatti (acho que podemos dizer: enviada especial do Bolha Pop à Bienal :P)
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