O melhor e o pior do mundo pop em 2011

Eu não costumo fazer listinhas de fim de ano, mas tô meio sentimental e achei que valia uns “melhores e piores do ano”. Vou avisando que as categorias são completamente aleatórias e diretamente da minha cabeça. Reclamações e adições nos comentários, por favor. Vamos lá:

Melhores

Favorito do Ipod: Não teve Gaga, nem J.Lo, nem Neide, nem Adele. Pra mim, o melhor álbum do ano nem pop é: “Watch The Throne”, da dupla Jay-Z e Kanye West, é coisa fina mesmo. Pra baixar inteiro e ouvir todinho e na ordem.

Li rapidão: “Um dia”, de David Nichols. Sugestão de @legendado, o livro te emociona e te prende contando a história de Emma e Dexter. O filme é totalmente dispensável, apesar da Anne Hathaway.

Bate cabelo mor: Pitbull, aquele rapper latino e careca, fez  o hit “vou morrer dançando” do ano. Era começar “Tonight…I will, lo-love you tonight” pra eu me empolgar. Além disso, é ótima pra malhar.

Rolei de rir: “Parks and Recreation” foi a série que mais me agradou em 2011. Além dos momentos de muita fofura, as cenas mais engraçadas vieram de Pawnee: Ron (e todo mundo) bêbado, o casamento de Andy e April, Chris doente…

Pulei, cantei, me acabei: A enxurrada de shows que rolou esse ano por aqui foi linda de se ver. Na minha lista: Amy Winehouse, LCD Soundsystem (meu favorito do ano!), U2, Paul McCartney, Katy Perry, Britney Spears, Cut Copy, The Strokes, Maroon 5 e até Bieber e Cyrus ( a trabalho).

Acabou, mas foi lindo: Nos despedimos da saga “Harry Potter” nos cinemas. Foi triste. Nós choramos, Emma Watson chorou, Daniel também, mas o final foi muito digno e fez jus ao sucesso dos bruxinhos.

Pra ter em casa: O ano foi todo dela, não teve jeito: Adele. E o meu DVD favorito é o seu. Gravado no Royal Albert Hall, ele mostra muito mais que a voz poderosa e letras dramáticas. Adele como ela é: muito engraçada.

Os dramáticos: A gente vive reclamando que não se fazem mais séries como antigamente, mas as estreias de 2011 nos dão esperança, pelo menos no quesito drama: “Homeland”, “Game of Thrones” e “The Killing” já moram no coração.

Quote do ano: “I’m not in danger, Skyler. I am the danger”, Walter White em “Breaking Bad”

Ah, Paris! Ainda não vi os grandes filmes do ano porque falta tempo e porque alguns só estreiam agora no fim do ano, mas dos que eu vi “Midnight in Paris” foi o que marcou. Tem Paris, tem Woody Allen, tem Marion Cottilard e tem Owen Wilson na atuação de sua vida. Filme fofo, inteligente e engraçado. Merveilleuse!

Piores

Onde nada acontece: A história tem potencial, a maquiagem é maravilhosa, tem zumbis e o caramba, mas parece que vamos passar a vida esperando algo acontecer em “The Walking Dead”.

A numerologia não funcionou: Era pra ser um dos álbuns do ano. Quarto álbum de Beyoncé, “4”, também é o número favorito e especial na vida da cantora. O que se ouviu foi um disco bem abaixo das expectativas (eu falei aqui, lembra?), uma gravadora desperada para colocá-lo no topo e pela primeira vez em dez anos um álbum da Bey não ficou entre os 10 primeiros em vendas. Boa notícia mesmo só a gravidez.

Back to black: Perdemos Amy.

Damn you, NBC! O canal americano resolveu adiar a estreia da nova temporada de “Community” e deixou todo mundo de cabelo em pé achando que a série ia ser cancelada. Meu amigo @nerdloser explica bonitinho aqui

She did it again: Não, não foi a Neide. Lady Gaga passa tanto tempo querendo ser diferente e seu novo disco foi uma sucessão de músicas repeteco, que nos lembram cópias mal feitas de Madonna all the way. E ainda teve aquela “Judas” horrorosa. O que salvou? “You and I”, música despretensiosa e que mostra um lado DIFERENTE da cantora.

Ao vivo não funciona: Muito esperada, Rihanna fez um show pra lá de decepcionante e a apresentação caída não foi exclusividade do Rock in Rio. Basta uma olhada no Youtube pra perceber que ela é muito ousada nos clipes, fala o que pensa no Twitter, mas ao vivo é broxante. Falta carisma e vontade. Uma pena.

Half Men: Charlie Sheen saiu de uma festa em sua casa diretamente para o hospital, não fez rehab, surtou pro mundo ver e acabou demitido. Ashton Kutcher assumiu o posto na série, mas também não rolou. Não teve #winning pra ninguém nessa história.

Melhor começar de novo: Desde “Bionic” que as coisas não andam boas para Christina Aguilera. Com o “The Voice”, a gente até achou que ia mudar, mas não. Em 2011, a cantora errou o hino dos EUA no Super Bowl, caiu no palco do Grammy, foi presa, engordou… Música mesmo só a participação em “Moves Like Jagger”, uma cortesia de Adam Lindo Levine. Volta, Aguilera!

Google what? Eles bem tentaram e você também: foi lá, se registrou, criou círculos, convidou os amigos e… acabou no Facebook. (falando nisso: já curtiu nossa página?

Não acertam: O Globo de Ouro não se cansa de pagar mico quando o assunto é séries. Mais uma vez as indicações foram erradas e não dá mais para levar a premiação a sério.

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Sobre Tati Regadas

Jornalista, viciada em séries e cultura pop.

Publicado em 28/12/2011, em É pop, cinema, filme, livros, música, séries, televisão e marcado como , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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