Arquivo mensal: novembro 2009

Por onde anda o elenco de ‘Buffy: A caça vampiros’?

Quando eu tinha uns 11 anos (e já era viciada em séries) uma das minha séries favoritas era “Buffy”. Nossa, como eu gostava! Com o tema vampiresco bombando mais do que nunca, me bateu uma saudade louca de Sunnydale (para quem não se lembra: a Boca do Inferno) e resolvi fazer um “Por onde anda?” com o elenco.

Sarah Michelle Gellar, a Buffy: Com certeza a protagonista é a mais conhecida do público, mas não dá para dizer que a carreira da atriz deslanchou depois do fim da série. A franquia “Scooby Doo” talvez tenha sido seu maior sucesso no cinema, depois disso ela fez “O grito” 1 e 2 e recentemente deu vida à Veronika no longa “Veronika decide morrer”, história adaptada do livro de Paulo Coelho. Ela é casada com Freddie Prinze Jr, quem conheceu no set de “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado, desde 2002 e eles tiveram seu primeiro filho em 2009: Charlotte.

Nicholas Brendon, o Xander: O ator que vivia melhor amigo de Buffy não teve muito sucesso com o fim da série. Sua carreira ficou marcada por participações em séries como “Without a trace” e mais recentemente com uma participação maior em “Criminal minds”.

Charisma Carpenter, a Cordelia: Com o fim de “Buffy”, elaparticipou do spin-off “Angel” e seguiu sua carreira no mundo das séries. Ela fez participações em “Charmed”, “Veronica Mars”, “CSI” e mais recentemente em “Greek” como uma alumni da ZBZ. Ela estará no novo longa de Stallone, “Os mercenários”.

David Boreanaz, o Angel: O ator talvez seja o mais bem sucedido do elenco. Depois de ter sua própria série com o spin-off “Angel”, o ator vive o detetive Both desde 2005 na série “Bones”.

James Masters, o Spike: O ator parece gostar de temas como superheróis e participou da série “Smallville” durante 13 episódios como Milton Fine (aka Brainiac). No cinema, seu papel de maior destaque é no longa “Dragonball Evolution”. Ele também fez uma pontinha em “PS. Eu te amo”.

Michelle Trachtenberg, a Dawn: A irmã mala da “Buffy” começou cedo e parece ainda ter um longo caminho pela frente. Ela andou um tempo sumida e voltou com tudo como nossa querida Georgina Sparks em “Gossip Girl“. Além de sua participação (sempre muito bem vinda) na série, atualmente ela integra o elenco de “Mercy” e atuou no longa “17 outra vez” com Zac Efron.

Alyson Hannigan, a Willow: A atriz está no hall dos bem sucedidos também, pelo menos no quesito série porque no cinema seu maior sucesso é “American Pie”. Dois anos depois do fim de “Buffy”, ela já fazia parte do elenco da série “How I met your mother” (que apesar de estar superatrasada, eu amo!) como Lily Aldrin. Ela é casada com Alexis Denisof, que vivia o sentinela Wesley em “Buffy” e “Angel”, e eles tiveram Satyana em março de 2009.

Anthony Head, o Giles: O nosso querido sentinela está bem afastado do grande cenário televisivo desde o fim da série. Ele atuou em alguns programas de TV na Inglaterra e fez participações em alguns filmes ingleses para televisão.

Seth Green, o OZ: Depois de “Buffy”, ele fez várias participações em séries inclusive em “Grey’s Antomy”e “Enourage”, mas seu grande sucesso é fazendo a voz de Chris Griffin em “Family Guy”. Atualmente, ele se dedica mais a fazer dublagens do que a atuar.

Eliza Dushku, a Faith: Depois de “Buffy” já estreleou “True Calling” e a recente “Dollhouse”. Mas parece que ela não dá sorte com os papéis e ambas as séries foram canceladas.

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"Lua Nova" ou "Como Taylor Lautner rouba a cena"


Como não podia deixar de ser, eu fui conferir a estreia de “Lua Nova”. Já não era sem tempo! Depois de meses, vendo trechos e mais trechos, fotos e mais fotos sobre o filme estava mais do que na hora de conferir tudo no cinema. Depois de ter me decepcionado com “Crepúsculo” (e muito com Kristen Stewart), eu tinha esperanças de que “Lua Nova” iria ser mais legal. E foi.

Já li todos os livros da saga de Stephanie Meyer e por isso sempre tenho em mente de que os filmes nunca serão como os livros. Em “Lua Nova” não foi diferente, mas a história ficou bem amarrada neste filme. O momento deprê de Bella, que por vezes chega a ser massante no livro, passou lindamente no filme em uma única cena em que Bella está no centro do quarto parada enquanto a câmera se move com uma trilha muito bem selecionada ( A música é Possibility de Lykke Li).

As cenas de ação ficaram bem melhores dos que as de “Crepúsculo” com seus efeitos pobres (o que eram os vampiros se movimentando?). Gostei bastante da parte da Itália, da pequena participação da Rachelle LeFevre, aVictoria (já demitida e fora de “Eclipse”) e dos lobos.

Quanto aos Volturi, mesmo com uma pequena participação os atores responsáveis por dar a vida aos vampiros do clã mostraram que um bom elenco faz toda a diferença. Nunca vou me cansar de Dakota Fanning, em alguns minutos ela fez o filme ser melhor.

Já sobre o trio de protagonistas, não restam dúvidas: Taylor Lautner rouba a cena. E não apenas porque Jacob ganha destaque na trama, o ator faz o personagem ser muito melhor. Nos livros, eu acho Jacob um pé no saco e não gosto dele (sou team Edward!), mas nos filmes eu confesso que me rendi. Taylor deu um show na pele de Jacob; dá para perceber que ele queria de fato fazer parte do filme (não é à toa que o menino malhou feito um louco para garantir o personagem). Já Robert Pattinson e Kristen Stewart parecem deixar transparecer na tela a má vontade em lidar com o buzz em torno do filme. Nem as cenas de beijo eles fazem direito: cadê aquela história de perder o fôlego? Cadê o beijo agressivo, sedento e descontrolado??? Eles terão que reavaliar suas atuações (e muito) para “Amanhecer”.

Mas serei justa com Kristen: ela é muito melhor interpretando o lado dark da Bella do que o lado fofa e desengonçada. Talvez se ela se desprender desta história de sucesso e se está ou não pegando o Pattinson a coisa flua melhor. Por isso lanço aqui a campanha: “Liberte-se Kristen!”. Por filmes melhores!

Tina Fey em comédia de ação

Post curtinho desta vez porque ando sem tempo (eu queria ter mais tempo para postar coisas legais aqui, sorry). Gosto bastante de Tina Fey, mesmo sem ver “30 Rock” que todo mundo diz que é bom, e fiquei curiosa para ver seu filme “Date Night”. Pode ser que eu me engane e o filme seja um besteirol sem limites. Mas também pode ser bem legal como a maioria das coisas que a Tina faz.
É esperar para ver. Por enquanto vamos ficar com o trailer, que já rende umas risadas e torcer para não ser mais um daqueles filmes que todas as piadas boas estão no trailer.

“Prince of Persia” e outros jogos que viraram filmes

“Prince of Persia- The Sands of Time” só estreia em maio de 2010, mas esta semana a Disney, produtora do filme, divulgou o trailer oficial do longa (veja ao final do post). Ao que tudo indica o filme vai ser bom e no melhor estilo aventura. E é bom que seja mesmo, afinal Jake Gyllenhaal dá vida ao protagonista e suou (e muito) a camisa para ganhar o corpitcho que exibe em cena. Além disso, a produtora de Jerry Bruckheimer foi a responsável pelo longa e o querido produziu nada mais nada menos que “Piratas do Caribe” (que eu absolutamente AMO!).

Inspirada pelo tema ‘jogos que viraram filmes’ resolvi fazer um post relembrando alguns destes sucessos e fracassos (que não foram poucos…). Vamos a listinha básica:

– Street Fighter: Nem de longe tão legal quanto o jogo. O filme decepcionou os fãs por não muito fiel a história do game. No filme, o personagem de destaque é o Coronel Guile, vivido por Jean Claude Van Damme (ai, credo!).

– Mortal Kombat: Chegou às telas em 1995 e fez mais sucesso do que “Street Fighter” por retratar com mais fidelidade o jogo. O filme ficou três semanas no topo das bilheterias americanas e arrecadou cerca de U$ 22 milhões.

– Tomb Raider: Com Angelina Jolie no papel de Lara Croft, o filme não agradou aos críticos. Porém, estreou como número um das bilheterias e arrecadou U$ 300 milhões em todo o mundo (eu me lembro que fui ver), se tornando a mais bem sucedida adaptação de um jogo para as telas de cinema.

– Final Fantasy: O filme de um dos jogos mais famosos deixou a desejar. Apesar dos maravilhosos efeitos de computação gráfica, o longa afundou nas bilheterias. O motivo? Ficou longe do que os fãs esperavam por não se ater aos elementos do jogo. (Será que esses produtores milionários ainda não entenderam?)

-Resident Evil: O longa arrecadou U$ 102 milhões ao redor do mundo e ganhou mais duas sequências. Apesar das críticas negativas, os amantes do jogo gostaram do fato de a sensação de medo que o game causa ter sido transmitida também no filme. Ah! E é claro de Milla Jovovich.

– Super Mario Bros: A aventura dos irmãos encadores não agradou em nada…nem aos fãs, nem aos críticos. Arrecadou somente U$ 20 milhões nos EUA, menos do o valor de sua produção estimada em U$ 48 milhões.


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