Arquivo mensal: outubro 2009

Gossip Girl (quase) volta ao seu normal

Parece que a paciência com os primeiros episódios de Gossip Girl valeu a pena. Os últimos dois que assisti, o quinto e o sexto, (em especial o quinto) mostram que a série ainda tem fôlego e não perdeu seu rumo, apenas está passando por mudanças.

O quinto, chamado de “Rufus getting married”, foi (na minha opinião) o melhor até agora. Lembrou os episódios da segunda temporada. A confusão de Lily e Rufus antes de finalmente se casarem foi ótima, mostrou que não tem como um casal tão diferente simplesmente virar o casal mais normal do planeta da noite para o dia. Bree enfim mostrou ao que veio: para manipular o Nate e apimentou o episódio. Quem sabe com esse sacode o querido aparece mais e dá uma melhorada. Ele podia enlouquecer e querer vingança…sei lá, fazer uns joguinhos para maltratar a Bree. Ia ser ótimo, ele anda tão apagado.

E a louca da Georgina aprontando de novo? Ótimo. A menina é doida mesmo e não está para brincadeira (para nossa alegria). Foi muito divertido ver ela perder a cabeça quando descobre a mentira de Dan. Melhor do que isso foi o resultado da revelação de que Scott é o filho de Lily e Rufus. Amei o fato de que os roteiristas não transformaram o menino em um Ryan Laferty (Brothers and Sisters) da vida. Nada disso! O segredo acabou e ele voltou para família dele lá em Boston. Viva!

Vamos ao sexto episódio: não foi tão bom quanto o anterior, nem de longe, mas ainda assim achei melhor do que os três primeiros. A história de Nate e Serena ainda não engatou, mas pode ficar realmente boa com os dois se apunhalando por quererem coisas diferentes. Afinal, eles ficaram perfeitinhos demais ao longo das temporadas, não eram eles que se pegaram e esqueceram dos sentimentos de Blair?

Quanto a Vanessa não adianta: eu não gosto dela (#prontofalei). Ela está sempre com aquela cara de pobre menina do Brooklyn que não sabe as regras do High Society, tenta ser Blair e não consegue e daí volta a ser Vanessa…aff. Não aguento. Quanto a personagem de Hillary Duff até agora não entendi por que ela é famosa, poderia facilmente ser uma estudante comum que namora o Dan. E a Jenny? Alguém se lembra dela? Porque começo a achar que os roteiristas a esqueceram.

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Erros de gravação e cenas deletadas da da 5ª temporada de ‘Lost’

Como a sexta e última temporada de Lost não começa até o início de 2010, resolvi postar aqui os vídeos dos erros de gravação e de algumas cenas deletadas da quinta temporada. A qualidade do vídeo não é lá essas coisas, mas pelo menos o amigo que postou parece ter tirado dos dvds (que também ainda não chegaram por aqui…). Divirtam-se!

No blog amigo Lost in Lost dá para fazer aquele update das novidades e saber como estão indo as gravações da nova temporada! 😉

Erros de gravação

Cenas deletadas Parte I

Cenas deletadas Parte II

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E por falar em séries…

Aproveitando o feriado, me joguei de cabeça nas minhas séries favoritas. Como assisto a maioria pela internet, vou acumulando episódios quando me falta tempo durante a semana. Daí quando posso eu faço uma minimaratona. Para quem ainda não está em dia com Gossip Girl, Grey’s Anatomy, Private Practice, CSI, Greek e Brothers and Sisters é melhor pular este post e se divertir com outros assuntos comentados no blog.

Vamos começar pela série mais comentada aqui no Bolha Pop: Gossip Girl.
Confesso que estou achando esta terceira temporada aquém da última (e pela audiência nos EUA não sou só eu). Tudo bem que é muita informação nova para assimilar: tem toda a história dos personagens estar
em indo para a universidade, Blair e Chuck são oficialmente um casal, Georgina is back, Dan e Serena têm um irmão com pinta de psicopata…Mas apesar disso, tenho sempre a impressão de está faltando algo.

Os diálogos rápidos e ácidos complementados pelo comentários da sempre sábia Gossip Girl estão faltando. Estes primeiros quatro episódios me deixaram sempre com a sensação de ‘Ok, está engrenando’, mas nossa como está demorando! Espero (do fundo do meu coração amante de séries) que de fato seja isso e que a série não tenha uma temporada ruim. Estou contando com a soma Georgina+ meio irmão psicopata, quem sabe essa dupla anime um pouco as coisas. E a Blair??? Hello, nada de muito amor. Essa não é ela, sofro vendo ela tentar achar seu lugar na NYU. Também não gostei do primeiro episódio com Hillary Duff, esta história da famosa que quer uma vida normal tãooo batida. Bom, só nos restar esperar pra ver no que vai dar.

Greek é a minha série ‘guilty pleasure’. Eu sei que é bem bobinha, mas adoro e não consigo deixar de acompanhar. O que mais gosto no programa é que não tem correria com os episódios, as situações vão se desenhando aos poucos e assim é difícil alguma história ficar mal contada. Nesta terceira temporada não tem nada de muito novo,mas a solteirice de Casey foi uma maneira bem legal de amarrar todas as histórias. Solteira, ela dá espaço para a amizade de Cappie e Evan e espaço para a Ashleigh deixar de ser só sombra dela. E o melhor que apesar disso, ela continua interessante.

CSI agora não tem mais Grissom e nossa ele faz muita falta, mas não que a série esteja desandando sem ele. Pelo contrário, Laurence Fishburne está dando conta do recado com um personagem totalmente diferente do Grissom. Os episódios continuam com casos interessantes e agora a dinâmica da equipe é outra: Catherine tenta encontrar seu lugar como chefe e Nick também ganha destaque. Além disso, a Sara apareceu para matar a saudade e nos trazer notícias de Grissom, o que eu acho bem legal. Seria muito estranho nunca mais ouvir falar dele.

Brothers ans Sisters teve um terceira temporada bem fraquinha. Eu absolutamente AMO a família Walker, mas alguns episódios da última temporada foram muito óbvios. Todo mundo já sabem que eles brigam nos jantares e fazem ligações para fofocar, isso é legal, mas tem que rolar uma medida, né? Agora que a Kitty resolveu voltar para o Mccallister espero que ele não passe a temporada toda rejeitando ela…já deu essa briga de casal. E o Scotty mala? Aff…O Kevin é tãooo mais interessante do que ele! Ainda temos pela frente a situação do Tommy que ficou no México e ainda não apareceu de novo e o Justin às voltas com casamento e faculdade…

Grey’s Anatomy está conseguindo manter um ritmo muito bom. Shonda Rimes está de megaparabéns! A quinta temporada foi ótima e ela está se saindo muito bem com toda a história da morte de George e a o câncer de Izzie. Para melhorar, ela teve a (na minha opinião) brilhante ideia de arranjar um transplante de fígado para justificar o sumiço de Meredith. E que melhor maneira do que trazer o pai dela para a história? Muito bom! A Little Grey está com cada vez mais espaço e devo confessar que ela já mora no meu coração. A relação de irmandade das duas aparece nas pequenas coisas sem muita firula, nem papos bregas. Além de tudo tem a tal fusão com o Mercy West que está deixando todo mundo em pânico. É legal ver como cada um deles lida com essa mudança. A briga entre McDreamy e o Chief também está ótima, é bom vê-los fora da linha supermédicos que estão sempre salvando alguém, em especial é bom ver o Derek sem algo que envolva a relação com a Meredith. Me arrisco a dizer que Grey’s está tão boa quanto no começo. Viva!

Por último, Private Practice. Não sou fã de spin-offs, mas não consegui me desligar da Dra.Addison. Kate Walsh é cool demais para ser abandonada ser nem uma chance, por isso me forcei a assistir Private Practice. Ainda bem! Apesar de meio chatilda de vez em quando (alguém aguenta o mala do Dell? argh), a série está melhorando e o início da terceira temporada mostra esta evolução. Agora, Addisson está no centro das coisas de novo e não é mais aquela versão piorada da Susan de Desperate Housewives. Por mim, ela podia ficar até um pouco mais bitchy. A maneira como Shonda Rimes contruiu as relações da trama está bem legal: o triângulo entre Violet, Pete e Sheldon; o namoro de Charlote e Cooper e Naomi toda atormentada e largando tudo…O lado disfuncional destes médicos está bem mais divertido do que o lado certinho de antes. Agora, com Addison no comando de tudo tenho a impressão que vai ficar bem melhor.

Zac Efron em papel (um pouco) diferente

O novo filme de Zac Efron será ‘Me and Orson Welles’ e o galã teen de ‘High School Musical’ parece enfim dar a vida a um personagem mais denso do que os outros já vividos por ele. No novo longa, Zac vive Richard Samuels, jovem que não quer saber dos estudos e conhece Orson Welles na Nova York de 1937.

Às vesperas da inauguração do teatro Mercury, o cineasta escala Samuels para um papel na montagem Júlio César, que tornaria famoso o fundador do teatro. Durante a rotina de ensaios que precedem a estreia do espetáculo. o personagem de Zac aprende lições sobre a vida e se apaixona por uma mulher mais velha, vivida pela atriz Claire Danes.

Como Efron irá viver um ator da Broadway, ele corre o risco de ficar no ‘mais do mesmo’. Porém, o longa tem a direção de Richard Linklate, o mesmo de ‘Antes do amanhecer’, ‘Antes do pôr-do-sol’ e ‘Escola de Rock’ (filmes bem legais), e o estreante Christian Mckay, que é uma das promessas do filme, como o controverso Orson Welles. Esta pode ser a grande chance de Zac mostrar que pode ir além de ‘High School Musical’.

O filme tem estreia prevista para 29 de novembro nos EUA.


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